Termos de uso

O texto que você aceita ao criar a conta, aberto para ler antes disso. É o mesmo documento, e não um resumo dele.

Termo de uso do clínico.ia

Versão 1

O clínico.ia oferece consulta médica a distância. Você conversa pelo aplicativo, e quem decide sobre o seu caso é sempre um médico com registro ativo no Conselho Regional de Medicina. O que o atendimento a distância NÃO faz O médico não examina você fisicamente: não escuta o seu pulmão, não apalpa o seu abdome, não mede a sua pressão. Isso limita o que é possível concluir a distância, e essa limitação é parte do atendimento, não uma falha dele. Quando o médico encaminha para atendimento presencial Se o seu caso precisar de exame físico, de exame de imagem ou de um cuidado que não cabe a distância, o médico encerra a consulta com um encaminhamento. Isso não é recusa de atendimento: é a conduta correta quando o que você tem exige presença. Emergência não se resolve por aqui Dor no peito, falta de ar intensa, desmaio, sangramento que não para, fraqueza súbita de um lado do corpo, pensamento de tirar a própria vida: nesses casos ligue 192 (SAMU) ou vá ao pronto-socorro mais próximo. Não espere resposta pelo aplicativo. Documentos Receitas, atestados e laudos emitidos aqui são assinados digitalmente pelo médico responsável, com o nome e o número de registro dele visíveis no documento. Acompanhamento continuado Para tratamento que se estende no tempo, o Conselho Federal de Medicina exige consulta presencial pelo menos a cada 120 dias. Você é avisado quando esse prazo se aproxima. Você precisa nos contar a verdade As decisões do médico se apoiam no que você descreve. Informação omitida ou trocada muda a conduta, e a distância não permite conferir. Este é um texto de estrutura, ainda sem revisão jurídica.

Quando o texto revisado pelo jurídico entrar, ele passa a ser outro documento: a pergunta volta para você, e o que você decidiu antes continua registrado.

Como a Cecília participa do seu atendimento

Versão 1

Antes de o médico ver o seu caso, você conversa com a Cecília. A Cecília não é uma pessoa Ela é a tecnologia do clínico.ia que faz as perguntas iniciais e organiza o que você contou num resumo para o médico ler. Ela não é médica, não diagnostica, não receita e não decide nada sobre o seu tratamento. Quem decide é sempre um médico Tudo o que a Cecília escreve passa pelas mãos de um médico com registro no Conselho Regional de Medicina antes de virar conduta, receita ou atestado. O médico pode discordar do que ela organizou, corrigir, perguntar mais, ou chegar a outra conclusão. Fica registrado O uso dessa tecnologia no seu atendimento e o que ela sugeriu ficam registrados no seu prontuário, como exigem as normas do Conselho Federal de Medicina. O médico que atende você sabe o que ela sugeriu e o que ele decidiu. O que a Cecília vê Ela lê o que você escreve, ouve os áudios que você grava e olha as fotos e os arquivos que você envia, sempre dentro da sua consulta. Esse conteúdo é do seu atendimento e segue as mesmas regras de sigilo do resto do seu prontuário. Este é um texto de estrutura, ainda sem revisão jurídica.

Quando o texto revisado pelo jurídico entrar, ele passa a ser outro documento: a pergunta volta para você, e o que você decidiu antes continua registrado.

O atendimento a distância segue as resoluções CFM 2.314/2022, 2.336/2023 e 2.454/2026. O clínico.ia não é plano de saúde e não substitui um.

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